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8 de novembro de 2014

Lugares pra conhecer: Andalusia.


Andalucía por sí, para España y la humanidad
Texto: Ed Schramm.
Fotos: Kate Holstein via Cereal Mag

Andalusia é a mais populosa e segunda maior em area das comunidades autônomas da Espanha. O território é dividido em oito províncias: Almería, Cádiz, Córdoba, Granada, Huelva, Jaén, Málaga e Sevilla – que também é a capital.




De Cadiz, Andalusia, na bancada do topo de uma colina, observando uma linha de água conectando o Atlântico ao Mediterrânio. Aqui, os edifícios de pedra branca e céus delicados se fundem em um só enquanto os pássaros voam baixo em direção aos vales que abraçam esse lugar, dotados de fazendas e diversas plantações de frutas.


O nome "Andalusia" é derivado de uma palavra árabe Al-Andalus (الأندلس) e o termo deriva de uma palavra mais antiga: Vandalusia ou terra dos Vândalos (uma tribo germânica oriental). Além de influências muçulmanas e romanas, a história e cultura da região tem sido influenciadas pelos povos iberianos, cartagineses, gregos, vândalos, bizantinos e vários outros.

Com aproximadamente 30 milhões de visitantes por ano. Os principais destinos turísticos de Andalusia são Costa del Sol e Sierra Nevada. Andalusia é um dos lugares mais ensolarados e quentes na Europa, se tornando um centro de turismo 'sol e areia'. Quanto ao turismo cultural, Andalusia possui monumentos notáveis datando à era Muçulmana: o Great Mosque of Córdoba, Alhambra em Granada, Giralda e Alcazar em Seville. Existem centenas de destinos culturais: catedrais, castelos, fortes, monastérios e cidades com centros históricos. As áreas centrais de Úbeda e Baeza na província de Jaén são consideradas Patrimônios Mundiais da Humanidade pela UNESCO.

2 de outubro de 2014

Por favor, não sorria.


Please don't smile
Texto: Malte Wandel, Fotos: Malte Wandel
com tradução de Ed Schramm

Uma beleza estupendamente rústica e contraste surgem de cada fotografia tirada pelo fotógrafo alemão Malte Walden durante sua jornada pela África Ocidental.




Malte Wandel é um fotógrafo holandês que morou por nove meses em Gana no ano de 2011. Durante sua jornada pelo continente africano, ele produziu uma impactante série de retratos das pessoas que conheceu. Algumas ele fotografou espontaneamente, enquanto outras ele visitou em suas casas ou ambientes familiares. No projeto “PLEASE DON’T SMILE”, Wandel captura com sucesso os momentos do presente das cidades do oeste africano, de onde ele dá ênfase à protagonistas e conta suas histórias.

Nas fotografias de corpo inteiro, Malte Wandel foca na firmeza do olhar direto pra câmera e permite, com uma distância respeitosa, um espaço para expressões individuais – entre humildade, orgulho e confiança. Gana é a maior fonte de esperança da África Ocidental.


15 de setembro de 2014

Lugares pra conhecer: Saara.


الصحراء الكبرى
Texto: Ed Schramm.
Fotos: Rich Stapleton via Cereal Mag

É popularmente conhecido como o maior e o mais quente deserto do mundo. Oficialmente, é o segundo maior deserto da Terra, logo após da Antártida, que também é um deserto!




O  deserto é rico em história e possui diversos fósseis de dinossauros (viva os dinossauros! \o/) e alguns outros  animais, e também o que sobrou de várias civilizações que já foram encontradas ali.




O Saara pode ser classificado em dois trechos distintos, um dominado por dunas arenosas chamado Erg, e outro bastante pedregoso denominado Hamadas. Particularmente, tenho interesse em passear pela parte arenosa, e de fotografar um (ou vários) adax, um antílope branco que habita o deserto e que infelizmente está ameaçada de extinção. Falando em animais, os dromedários e cabras são os animais predominantes no Saara. Isso se deve às suas habilidades de sobrevivência, da resistência e da velocidade, acho que todo mundo sabe que o dromedário é o animal favorito dos nômades, né? E vocês, tem sentido vontade de viajar pra onde ultimamente?

11 de setembro de 2014

Pesadelos infantis por Arthur Tress.


Fotografias de tirar o fôlego
Texto: Ellyn Ruddick-Sunstein
Fotos: Arthur Tress
Tradução: Ed Schramm.

Conforme a virtude da infância some, se revelam os pecados de um desesperançoso mundo adulto, onde a ameaça de punição e humilhação se torna onipresente.



P ara seu projeto sobre sonhos infantis dos 60, o legendá'ríó fotógrafo Arthur Tress idealizou os medos subconscientes da mente inocente. Enquanto trabalhava com o educador Richard Lewis do The Touchstone Center, ele observou um exercício em que os jovens eram aconselhados a construir poemas e pinturas de seus sonhos; inspirado, ele começou a colaborar com estas crianças para criar essas imagens que perseguiram muitos de nós quando éramos mais jovens (ou até hoje em dia mesmo, quem sabe?).


Inspirado parcialmente no conceito de arquétipos, as imagens representam tanto as ansiedades do indivíduo quanto o receio de uma década transformadora. Aqui, vida doméstica e suas atividades mundanas deixam de proporcionar conforto, e o lar – e por extensão, a figura materna – se tornam irreversivelmente corrompidas.

9 de agosto de 2014

Fazer parte da comunidade.

Desde que cheguei nos cantos escuros e infinitos da internet, sempre fui um entusiasmado por fotografia e durante os anos, existiram várias plataformas sociais para aqueles que, como eu, compartilhavam um interesse em 'escrever com a luz'. O mais notável é, sem dúvida, o Flickr, conheci meus fotógrafos favoritos por conta dele quando estes nem mesmo eram profissionais. Isso é algo muito especial e honestamente, uma das melhores coisas que os tempos modernos nos tem dado.


Ultimamente, tenho me divergido do mundo das DSRL's e lentes super potentes, não que eu não goste mais, porém meu foco foi sugado e dominado pelo Instagram desde que o app foi lançado. Sou um usuário ávido e recentemente consegui uma razoável visibilidade. O que me levou a escrever isto, o Instagram está mudando (já mudou) a maneira como uma plataforma social e suas respectivas empresas lidam com seus clientes/usuários.






De uma maneira nunca vista antes, o Instagram dá algo em retorno. Eles se esforçam constantemente para engajar usuários de uma forma social e frequentemente, homenageiam vários através de features. Tive a honra de entrar para a lista de usuários sugeridos por um pequeno período de tempo (devido a minhas crenças e objetivos). E algumas semanas atrás, um dia antes do meu aniversário, eu recebi esta caixinha no correio com os dizeres #communityfirst (a Comunidade em primeiro lugar). E isso realmente é algo que engloba o Instagram, a comunidade. Achar, cutir, encontrar, fazer amizades com as pessoas por trás das pequenas telas.








É seguro afirmar que 98% das vezes que tiro meu celular do bolso, é pra checar o feed e o que as pessoas que eu sigo postaram desde a última vez que abri o app. Acredito que o que fez essa ideia um tremendo sucesso foi a maneira como o foco foi dirigido pra tirar-editar-publicar (o fastfood da fotografia), em um mundo altamente tecnológico, a comunidade do Instagram vem mostrando a união perfeita entre real e virtual e quebrando as barreiras entre os dois espaços. E se você, como eu, gosta de fazer parte dessa comunidade, dá uma olhada no meu perfil em @edschramm.

17 de abril de 2014

Jasper e Zoey: um cachorro adotado e seu menininho.






Sobre Zoey: 
Zoey é uma cadela adotada de Taiwan. Ela ama escalar, brincar de 'pegar' com seu esquilo de brinquedo, comer migalhas caídas no chão e o Jasper.

Sobre Jasper:
Jasper é um garotinho de 10 meses de idade metade chinês e metade coreano que vive em Los Angeles. Ele ama sair pra passear, comer panquecas, almôndegas, iogurte e cereal (as vezes todos juntos), e seus melhores amigos peludos chamados Zoey e Maeby.

A mãe desses dois é uma fotógrafa comercial que se especializou em animais, estilo de vida e celebridades com seus pets. Quando não está editando fotos enquanto Jasper tira uma soneca, ela gosta de cuidar do jardim e assistir à Real Housewives of Beverly Hills.

Veja mais do Jasper e Zoey no instagram: @thegracechon #zoeyeandjasper

31 de janeiro de 2014

Imagine Finding Me - (fotografia viajando pelo tempo)

“If, 
again
I have a chance to meet, 
there is so much I want to ask
and so much I want to tell”

Este é um projeto bem nostálgico criado pela fotógrafa japonesa Chino Otsuka, que atualmente reside em Londres. Vocês já se imaginaram encontrando vocês mesmos quando crianças ou pré-adolescentes? Seria legal, né? Eu, pessoalmente, acho que não saberia o que falar (a gente pode imaginar todas as consequências de mexer com a linha temporal, sabedoria vinda de infinitos filmes de ficção científica/drama).

A fotógrafa reuniu várias fotos suas de quando era mais nova e se inseriu nelas, mas a manipulação é tão boa que estou criando uma teoria bem sólida de que ela, de fato, consegue viajar no tempo. Vai que ela tem uma TARDIS e ninguém sabe? As fotos são recheadas de um desejo e saudade de tempos mais simples que nos tocam profundamente.

1979 & 2006 (Japão)



1982 & 2005 (França)


14 de janeiro de 2014

Transfer




Transfer é uma linda série criada pelo fotógrafo Kevin Corrado que usa uma mistura de fotografia, tinta à oleo e manipulação digital para retratar a forte conexão entre cenários comuns e suas respectivas cores.

E o cara manda bem em todas as outras fotografias também (como essas aqui embaixo), vale a pena olhar a galeria dele!



 

julho agridoce

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